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Porque estudar na Perestroika.

Vocês devem ter percebido, pela quantidade de fotos que postei no Instagram do Ohpera, que eu estava fazendo o curso de Empreendedorismo Criativo na Perestroika Recife, não é mesmo? As aulas acabaram e eu já estou morrendo de saudade. Mas preciso listar aqui, pra nunca mais esquecer: 1) os motivos pelos quais esse curso foi genial; 2) tudo o que ele me rendeu. Então vamos lá.

Porque danado esse curso é tão legal?

> Meus amigos mais próximos sabem que eu não duro muito à noite. Durmo em qualquer lugar, na cara de qualquer pessoa (kkkkk). Nunca pensei que eu fosse assistir um conteúdo tão “denso”, por assim dizer, de forma tão leve e gostosa. As aulas acabavam às 23h e lá estava eu firme e forte. Então, caros amigos, com certeza algo de diferente tinha. E esse é o primeiro motivo: conteúdo excelente oferecido de forma muito leve e empolgante. 

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> Como a descrição do próprio curso falava, “o EC é um curso para você se descobrir empreendedor. Quem já empreende verá ferramentas que podem ajudar a aperfeiçoar o seu atual modelo de negócios”. E se tem uma coisa que eu fiz nesse curso, foi me conhecer melhor. O curso tem uma aula inteira só para você se analisar e praticar o autoconhecimento. Eu não imaginava o quanto isso era importante e o quanto essa aula me faria bem.

IMG_8937> Pessoas. Tem coisa mais legal pra se levar pra vida? E não deu outra. Conheci muita gente legal, que jamais conheceria na minha rotina normal. Pessoas não-publicitárias, inclusive. <3 E isso já é um excelente ponto. O que isso me rendeu? Amizades muito legais, uma ótima troca de experiências, um bom brega e até novos negócios.

EC-Peres-bx> Eu perdi a vergonha. Pode não parecer, mas sim, eu sou um pouquinho tímida e morro de medo de “ir lá na frente”. Me embrulha o estômago. Mas durante o curso, perdi a vergonha e participei do Ignite* e no final ainda apresentei meu projeto pra banca. Olha… Foi reconfortante. *O Ignite é uma apresentação de 5 minutos onde você ensina ou simplesmente fala sobre o que você quiser. A ideia é transmissão de conhecimento.

large > Ao final do curso pude compreender melhor que caminho eu gostaria que meu negócio seguisse. Todas essas informações e trocas de experiências me fizeram compreender melhor o que eu quero fazer da minha vida. E o principal de tudo: fui lá e fiz. <3

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Então, se tem uma última coisa que eu posso dizer sobre esse curso, é que ele mudou minha forma de pensar e, consequentemente, muitas coisas da minha vida. Me ajudou a planejar meu negócio sob uma nova ótica e compreender que sim, o mundo está mudando. E isso é muito massa! Por isso valeu cada encontro, cada ida para o outro lado da cidade só pra assistir aula, os sábados ausentes e os resmungos dos amigos dizendo que o “meu curso não acabava nunca”. hahaha Já estou planejando o próximo.

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PiraNelas

Sempre falo que o Ohpera é um espaço para compartilhar inspiração e expressão e sempre tento trazer aqui um conteúdo condizente com isso. Incentivo todo mundo a me enviar seus projetos colaborando, assim, com o conteúdo postado aqui no blog.  O mais legal disso tudo, é que têm chegado muitos emails com projetos super bacanas! Fico até na dúvida do que postar, de tanta coisa legal. E isso aqui é mais um incentivo pra você que também tem um projeto lindo e inspirador. ;)

Hoje trouxe aqui o projeto PiraNelas, que foi enviado pelo Caio Neiva, aqui de Olinda (PE). O trabalho dele une duas coisas que eu amo: caligrafia e fotografia.

Piragrafia é o ato de pirar em caligrafias. E junto com essa forma de poesia visual, o desejo de Adriana de Almeida em ser pintada e a vontade de Caio Neiva (artista do projeto), nasceu o PiraNelas: um projeto a parte, que une o corpo feminino despido de interferências visuais a uma outra forma de utilizar letras. É como se duas obras de arte se tornassem uma só.Caio Neiva

Dentro da casa/ateliê de Tiago Amorim, o mestre da cerâmica de Olinda, o ensaio respirou a arte e a liberdade que precisava. Pra dar vida a isso tudo, o PiraNelas contou com o videomaker Rafael Raposo (Cortina Estúdio), o fotógrafo Dado Cavalcanti, o assistente André Arribas (Pé de Letra), a maquiagem de Marisa Dantas e a trilha de Edwin Garcia e Nicolás Bluske.

Confiram o resultado a seguir:

Pira Nelas from Piragrafia on Vimeo.

No email, o Caio me contou que o Piragrafia começou há 9 meses quando uma amiga disse que queria ter seu corpo pintado, e ele disse que faria com caligrafia, mas que não praticava ainda e iria começar. Começou, então, o instagram com a intenção de se cobrar a produção diariamente. Tinha que dar um nome pra isso que ele não sabia ainda o que era. Piragrafia definia bem o processo, caligrafia e grafismos feitos com pena ou pincel chato que não tinham a intenção de formar palavras, um trabalho sem muito planejamento, só preenchendo os espaços rapidamente e tentando ser o mais natural possível. Ele foi pirando no trampo e acabou se achando nessa forma de arte. Correu atrás das parcerias, de vídeo, foto, música e local. Realizou o trabalho no fim do ano passado, mas o projeto acabou de ser lançado. Nesse meio tempo enquanto o Piragrafia crescia e o vídeo não ficava pronto, ele largou o emprego numa agência de publicidade aqui de Recife, fez uma fanpage e naturalmente as coisas foram acontecendo.

Esse foi o resultado incrível! <3 tumblr_ng4iulNB5k1u345hmo1_540newtumblr_ng4iulNB5k1u345hmo5_540new2tumblr_ng4hngHel61u345hmo3_540new3tumblr_ng4hngHel61u345hmo8_540tumblr_ng4hngHel61u345hmo1_540new4

 

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Todo o (não) glamour de empreender

Quem me acompanha nas redes sociais, tem visto um pouquinho da minha nova saga empreendedora. Desde fevereiro saí da agência que trabalhava e passei a me dedicar exclusivamente ao Ohpera. E quando digo ao Ohpera, tudo o que ele envolve: o blog, em breve o Shop e o Lab, e o foco atual – o estúdio.

Lembro que antes de sair da agência, eu estava desesperada pra viver esse momento. Eu sabia que nem tudo seriam flores, afinal eu estava saindo da minha zona de total conforto, onde tudo já estava quentinho e muito aconchegante. E antes de dar esse passo e não aceitar outras oportunidades de emprego que apareceram, eu pensei e li bastante. Mas era a hora e por isso, hoje eu suporto com mais força as (muitas) dificuldades da rotina empreendedora.

Tem gente que acha é uma maravilha tudo isso, que é uma vida perfeita! Por isso, eu resolvi contar pra vocês um pouquinho desse não glamour empreendedor. Assim vocês podem ter a certeza de que é isso que querem viver ou não. Na verdade, ainda assim vocês não terão certeza. hahaha Sinto dizer, mas você só sabe se gosta de algo, vivendo. De qualquer maneira, vai ajudar. Vamos lá!

Ter horário mais flexível

Sim. Isso é excelente! Desde que você saiba o que fazer nesse horário flexível. É MUITO mais fácil ter um chefe dizendo tudo o que você tem que fazer o dia todo e a responsabilidade ser totalmente dele. Pois quando você é responsável pelo seu horário, o que você faz nele também é responsa sua. Então se você opta por surfar um dia inteiro, é um dia a menos de grana que você tem no final das contas. Sem contar nas viagens… hahahah Antes, quando eu viajava, tinha alguém resolvendo os trabalhos que seriam meus, mas agora… Tempo parado é tempo sem grana. Tem que saber equilibrar!

Olha só o que a Fê, do Fêliz com a vida respondeu quando perguntaram o que foi mais difícil em sua rotina como nômade digital:

Para mim, foi lidar com o paradoxo da escolha. É assustador pensar que você pode ser tudo e viver do jeito que você quiser. Existe um certo alívio inconsciente em “não ter escolha”, mesmo que isso também seja uma escolha a qual as pessoas não enxergam.

Parece que quando o céu é o limite, a gente descobre que tem medo de altura :)Fê Neute

Ser feliz todo dia

Aprendi na marra que isso não existe! Ponto. Por mais que você esteja feliz por estar investindo tempo no que você ama, terão dias que você estará extremamente desestimulada achando que fez a pior besteira da sua vida e que vai desistir.

Até eu que sou uma perfeccionista confesso que sei que a perfeição é algo inatingível e, por consequência, a felicidade nunca será perfeita. Além disso, cada um tem uma ideia diferente do que é perfeito, o que por si só já mostra o quanto o perfeito é imperfeito.

Trabalhar de home office. Que sonho! 

“Que sonho!” só se for nos primeiros 3 dias. Depois disso, você já está morrendo de tédio e pedindo por companhia, pelo amor de Deus!!! Essa parte eu já sabia que eu não aguentaria. Não suporto ficar só por muito tempo, tampouco ficar em casa muito tempo. Ainda menos se for trabalhando. Preciso ir pra rua, conversar com pessoas pra poder me inspirar. Home Office por vários dias seguidos pra mim, é a morte! Por isso eu declarei as segunda-feiras como meu dia oficial de home office. hahahah E só!

Férias?  

Uma coisa que sempre pensei antes de sair da agência, é que eu poderia viajar sempre que eu quisesse, sem ter que convencer meu chefe a me liberar pelo menos uma sexta-feira. Pois bem! A primeira vez que viajei depois de ter saído da agência foi pra passar 4 dias no Rio – de sexta a terça. E quem disse que eu conseguia ir à praia em plena segunda-feira? Gente! É impressionante como somos condicionados a trabalhar das 9h as 19h e se não fazemos isso, parece que tem alguém nos julgando e dizendo que estamos vagabundando e que deveríamos estar trabalhando. Comigo, pelo menos, foi assim. Eu morrriiiiii nesse momento! Eu amo viajar! Pra mim é um dos maiores prazeres da vida. E empreender tirou um tiquinho desse prazer. Um mês depois dessa viagem, fui pra Buenos Aires. Nessa, já estava mais adaptada, mas ainda assim, foi um pouco sofrido. Ficava o tempo inteiro pensando nos clientes, nos trabalhos, no dinheiro que eu poderia estar ganhando. É um paradoxo! Hoje, 4 meses depois, começo a ver de uma ótica um pouco diferente. Mas ainda assim é muito difícil. Espero melhorar isso o quanto antes. <3 Pelo amor de Deus! hahahah

Com isso tudo, eu descobri que gosto muito mais de viajar de férias, com a cabeça desligada e toda a minha atenção voltada para a experiência que eu vou viver. Hoje, viajo pensando em trabalho, coisa que nunca fiz antes.

Sobre o medo

Mas vamos lá, diante disso tudo, eu posso concluir que o medo faz parte da vida. E estar com medo é algo bom, significa dizer que eu estou totalmente fora da minha zona de conforto e isso é o que nos faz crescer. Certa vez ouvi: Vai! E se der medo, vai com medo mesmo. E é isso que eu tenho feito e quero incentivar você a fazer.

Aprenda a conviver com ele cultivando a coragem. A coragem não é ausência de medo, é a nossa capacidade de agir mesmo sentindo medo. É entender que o resultado dessa ação será mais importante do que o medo que estamos sentindo. O medo não é uma coisa ruim, aliás, ele é totalmente necessário para a nossa sobrevivência. Ele só nos faz infelizes quando nos deixamos paralisar por ele.

Essa inércia que ele causa é instintiva, nos faz sentir protegidos das consequências das ações que não conseguimos tomar. O problema é que quanto mais nos protegemos do que nos causa medo, mais nos afastamos da felicidade. Pensem nisso! :) 

 

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Tigre, San Isidro e a linda Club albarellos.

Normalmente, domingo de quem viaja pra Buenos Aires, é dia de San Telmo. Dessa vez fizemos diferente. Fomos em San Telmo no sábado, que é bem mais tranquilo e separamos o domingo pra fazer uma viagem de trem até Tigre – uma província que fica fora da capital, mas que é tão linda quanto (com belezas diferentes, claro!).

Você pode ir até o bairro de Belgrano, próximo ao Bairro Chino, pegar o trem nessa estação e seguir até a última estação, que é Tigre. Nesse dia fizemos a besteira de esquecer a bateria da Cannon na tomada em casa (maravilha, né?) e tivemos que nos virar com a GoPro. Até que ela segurou as pontas. :)

DCIM100GOPRODCIM100GOPRODCIM100GOPRODCIM100GOPRODCIM100GOPROComo a gente já conhecia Tigre, não fizemos nenhum dos passeios disponíveis por lá. Mas se você não conhece, super aconselho fazer o passeio de barco que sai justamente desse pier da foto acima.

O que nos surpreendeu nessa ida a Tigre não foram as paisagens ou o passeio de barco. Quando já estávamos voltando para a estação do Trem de La Costa, nos deparamos sem querer com um espaço super bonitinho e movimentado com um povo bonito e estiloso. Claro que chamou a atenção e percebemos que se tratava de uma galeria de arte, escondidinha em uma das ruas lindinhas da cidade. O nome, Club Albarellos. <3

Entramos, nos empolgamos e compramos – claro! O preço era um pouco mais acessível que os da capital, isso ajudou muito. Os próprios artistas estavam por lá vendendo seus trabalhos e conversando, todos MUITO simpáticos.

Uma pena as fotos não estarem tão maravilhosas quanto o espaço.

DCIM100GOPRODCIM100GOPRODCIM100GOPRODCIM100GOPRODCIM100GOPRODCIM100GOPRODCIM100GOPRODCIM100GOPROSaindo da galeria, seguimos para o Trem de La Costa, que não é o mesmo trem que chegamos em Tigre. É outro, onde podemos comprar um ticket especial (20 pesos) e parar em todas as estações que quisermos até chegar em Belgrano novamente. A estação mais famosa é a de San Isidro, e não é por acaso. O lugar é realmente lindo e vale a pena separar o fim de tarde pra explorar suas ruas e a praça principal.

DCIM100GOPRODCIM100GOPRODCIM100GOPRODCIM100GOPROE assim terminou nosso domingo, um dos melhores dias da viagem. Costumo dizer que nas viagens, são esses momentos que ficam pra sempre. Amo comprar, claro. Quem não gosta? Mas as coisas que compramos nas viagens, se quebram, se perdem, se estragam. Mas esses dias de sol e céu azul, ficam pra sempre na nossa memória. É o tipo de lembrança que nos inspira nos dias de trabalho. Meio piegas, ok. Mas é a mais pura verdade. :)

 

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Espacio Virgen – Buenos Aires.

Eles sempre são citados aqui no blog, pois acompanho o trabalho desse espaço desde que voltei de Buenos Aires, em 2012. Entraram no nosso top3 escolas pra conhecer esse ano, porque têm aberto workshops bem inovadores e super interessantes.

E nessa visita à Buenos Aires, claro que eu tinha que conhecer ao vivo o espaço e também conhecer o Esteban, que é tão receptivo com o Ohpera, sempre que postamos sobre a escola.

O espaço não poderia estar em lugar melhor: Palermo Soho. Um dos bairros mais inspiradores de Buenos Aires, com restaurantes incríveis, lojas e praças bem bacanas ao redor. É um bairro pra se perder caminhando pelas ruas. E chegando lá, tivemos uma recepção calorosa pelo mascote chamado Maidana. Achei o nome engraçado, mas depois descobri que é o nome de um lutador de boxe argentino. Tampoco sei se esse é o motivo do nome. Enfim, voltando…

O espaço é super fofinho e bem decorado. Florência, a sócia do Esteban que também é arquiteta, comentou que foi totalmente reformado recentemente e tudo foi matematicamente pensado nas aulas, como iluminação, mesas e etc.

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A Virgen, hoje com 7 anos de estrada, leva esse nome porque eles acreditam que o fato de sermos virgens em um montão de atividades do nosso dia a dia nos motiva a superar e aprender novos caminhos. Contam atualmente com vários cursos espetaculares e um quadro de professores super competentes, entre eles Ale PaulLaura Varsky. Particularmente, o que mais me atrai é o Letter Inc, com Guillermo Vizzari. Mas tem muitos outros que eu farei com toda certeza. O Prueba Piloto me parece ser incrível também. Eles sempre trazem cursos especiais com professores de outros países, como Chrsitopher Haanes (Calígrafo da Noruega), Lech Majewski (Artista da Polônia), Ping Zhu (EUA) e Martina Flor (Berlin).

É um escola super séria e pude confirmar isso de perto nessa visita. A ideia deles não é substituir a faculdade, mas complementar com temas que a faculdade não consegue aprofundar nem tampoco dar atenção necessária aos alunos. A ideia é ser uma escola “boutique” mesmo. Além de um espaço aconchegante, onde os alunos sintam-se em casa e possam se inspirar da melhor forma possível.

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PAUSA pra minha cara de “Ain! Que sol!” hahahah Mas o que vale é registro, não é mesmo?

07E se você está planejando estudar em Buenos Aires, eu aconselho demais essa escola. Entrem em contato e conversem, vale muito a pena. O site deles é bem legal porque já mostra bem direitinho as informações de cada curso. O que já ajuda bastante a gente que fala português e fica com aquela vergoinha de escrever em espanhol, né?

Deixo a seguir algumas fotos de classes e trabalhos de alunos pra inspirar vocês. :)

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Behance Reviews Recife em sua segunda edição.

Em sua segunda edição recifense, o Behance Portfólio Reviews Recife, aconteceu no último sábado dia 16 de maio. Ano passado estive presente assistindo e aprendendo bastante com todos que se arriscaram no microfone. Já esse ano, pra mim foi bem diferente, porque tive a oportunidade de vivenciar o lado de quem vai lá frente.

Naquela mistura de nervosismo e empolgação, falei um pouquinho sobre o Ohpera Blog e sobre minha nova empreitada com o Estúdio Ohpera, na sessão Saindo do Forno. Foi muito divertido poder compartilhar esse momento com todos que estavam presentes.

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Mas a tarde começou mesmo com a apresentação dos meninos do Savia Design&Branding, Lucas Falcão e Lucas Bacic, que fazem um trabalho super bacana. Em seguida, uma mesa redonda, falando sobre “como os donos de empresa veem seu porfólio”. Com a participação de Fátima Finizola (Corisco Design), Daniel da Hora (DH,LO) e Tulio Caraciolo (Manifesto Games).

Seguida por Gisela Abad (2Abad), que apresentou suas primeiras participações em projetos de design editorial. E eu encerrei o momento “palestras” apresentando o Ohpera. Por fim, iniciando a noite começou também o review de portfólios.

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Aproveito pra deixar aqui meu muito obrigada ao pessoal do Blog Marco Zero, pelo convite. Foi bom demais estar com vocês e compartilhar um pouquinho sobre os meus projetos.

Fotos do evento: Gustavo Otero e Luara Olívia ;) 

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El Gran Paraíso – Você tem que conhecer.

Um espaço cheinho de mesas com toalhas xadrez, comida maravilhosa (e preço acessível), funcionários super simpáticos e um show de história e viagem no tempo. Esse é o El Gran Paraíso. Chegamos para almoçar, mas fizemos muito mais que isso, passamos um tempão explorando cada cantinho e conversando com o simpático Mario – atual dono do local.

O restaurante fica no Caminito, mas não naquela parte lotada de gente. Fica um pouquinho mais escondidinho, lá atrás de todo o fuzuê.

02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13Quando me viu empolgada, fotografando, o Mauro perguntou se eu não queria conhecer o primeiro andar do espaço, pois tinha uma vista ‘divina’ do bairro. Prontamente subi pra explorar mais a casinha tão linda que eu desconhecia até então. E não preciso nem dizer que não me arrependi.

O lugar trata-se de um conventillo. É como se chamava esse tipo de vila urbana coletiva, onde as pessoas compartilhavam o pátio, banheiro e espaço de lavar roupas e cozinha. E cada quarto do local era alugado para uma família. Essa é do final do século XIX, e foi mantida toda a originalidade de sua estrutura e móveis. <3

Em uma das paredes, algumas imagens que contam um pouco da história. E olha só que incrível! As fotos que lá estavam foram enviadas por um senhor, que hoje vive nos EUA, e visitou o espaço onde viveu quando adolescente. Nas fotos mostravam festas, famílias e alguns momentos de convivência da época que esse senhor morou lá com sua família. Achei emocionante.

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Comprinhas marabixozas*

*Antes que alguém pergunte: “marabixoza” é só uma forma de brincar com o sotaque porteño, pois eles utilizam o som de X sempre que a palavra tem dois L’s. ;) 

Ir à Buenos Aires é sempre uma oportunidade de renovar a decor da casa e também o guarda-roupas, certo? Hum… Pra nossa surpresa, desta vez, nem tanto. Três anos sem aparecer pela capital argentina foram o suficientes pra não ter mais noção dos preços por lá. Nos surpreendemos com os valores que encontramos, pois está tudo MUITO mais caro que nas últimas vezes. Tanto em relação à comida, quanto em relação às compras em geral.

Tivemos que aprender a sambar (essa expressão aqui não caiu muito bem, né?) de acordo com o enredo deles pra conseguir comprar algumas novidades para o nosso lar. <3 Até conseguimos. Mas nem se compara o poder de compra de tínhamos antes, mesmo contando com a vantagem do Real sobre o Peso Argentino.

Mas chaga de chorar pitangas financeiras, vamos aos achados.

Estávamos querendo um objeto mais ROCK aqui pra nossa casa e gostamos muito o elemento “caveira”. Acho que deixa o espaço super estiloso. Foi o primeiro objeto a ser encontrado na viagem, mas só compramos no último dia. Acho que ficamos à procura da caveira ideal. hahaha Mas acabamos comprando essa com acabamento metálico na Tienda Palacio, que é uma loja que eu considero das mais carinhas, mas que tem objetos bem legais e diferenciados.

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Me julguem! Mas comprei esse livro do Bicicleta sem Freio, que é um coletivo brasileiro, na Argentina. O preço estava bom e eu admiro muito o trabalho deles. Quis trazer pra casa na hora! Comprei esse na loja do Malba.

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Esse livro incrível (!) comprei numa galeria de arte que encontramos por acaso indo embora de Tigre, que é uma cidade super pequenininha, afastada da capital Buenos Aires. O nome do local é Club Albarellos (terá um post especial). Nunca imaginei que fosse encontrar essa galeria justo ali. Mas amei o local e o livro é perfeito! Todo feito à mão e exclusivo, só tem 1 que agora fica aqui decorando minha mesa de centro. <3

Compramos aqui também um poster, mas quando estiver na parede mostro a vocês. :)

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Esse aqui não foi uma compra, mas está aqui porque você pode comprá-lo. ;) Ganhei esse exemplar do Esteban, dono do Espacio Virgen (que também terá post especial). É o livro SUPER bacana com alguns trabalhos dos alunos da cadeira de Tipografia 2, da FADU (Facultad de Arctectura, Diseño y Urbanismo). Os trabalhos são lindos e inspiradores. Eu adorei o presente. <3 Ele também decora minha mesa de centro agora. Se você quiser um igual, é só escrever para typolongi.2@gmail.com e pedir. :)

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Dessa vez eu não resisti e trouxe um pinguim porteño só pra mim. <3 Esse objeto é super tradicional em Buenos Aires. É muito comum ter na casa de todo mundo por lá. Ele é utilizado para servir vinho. E os mais hipsters, o utilizam para colocar flores. Que amor! Só esqueci o nome da loja que comprei, sorry! Foi na mesma loja que comprei essa colher maravilinda em formato de esquilo. *_* // UPDATE: Lembraram aqui nos comentários que o pinguim e a colher de esquilo foram comprados na loja Spoon. ;) 

A garrafa (mais um abacaxi aqui em casa, como bem disse o marido) foi comprada na loja Lago, em San Telmo. Essa loja também é muito bacana e tem muitos objetos diferenciados.

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As garrafinhas da Coca-Cola retrô, se juntarão à coleção de embalagens que temos por aqui. Foram compradas numa galeria de antiguidades em San Telmo. No vendedor que compramos, tinham muitos outros modelos. Mas a mala já estava pesada o suficiente pra trazer tantas garrafinhas.

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E por fim, comprei também esse livrinho da Mafalda (no El Atheneo), a edição número 12 da Revista Göoo e o calendário desse ano da mesma marca. Esse calendário é super bacana, cada mês vem com uma ilustração diferente. Soube que ele será vendido no Brasil também. :)

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Estou com a impressão que esqueci de mostrar algo. Mas enfim, a maior parte está aqui. Como vocês podem ver, não conseguimos comprar tantas coisas. Priorizamos comer bem e passear mais. Mas é bom lembrar por aqui, que se você pretende ir à Buenos Aires nos próximos meses, vale mais a pena comprar dólares aqui no Brasil e trocar por Pesos Argentinos lá. Isso porque a cotação do dólar está super vantajosa.

Aconselho também, priorizar suas compras nesses momentos. Pois como está tudo super caro, é melhor você avaliar o que gostaria mais de levar pra casa e aproveitar as melhores oportunidades. Por exemplo: maquiagem e acessórios de moda (como roupas e sapatos) não estão valendo a pena o esforço de compra. É melhor comprar pelo Brasil mesmo. Nem o FreeShop está contribuindo. hahaha Tempos de crises para todos os lados. Mas nem por isso deixemos de aproveitar o melhor dos lugares. :)

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O apartamento Pinterest da Martina

Quem acompanha o Ohpera nas redes sociais, sabe que estive dando um rolê por Buenos Aires até semana passada. Já faziam 3 anos que não voltava na cidade e a saudade estava das grandes. Tanto do local, quanto dos amigos. E mesmo sendo a 3a ida à capital argentina, foi uma viagem bem diferente das outras. É engraçado voltar a um lugar que você morou (mesmo que por pouco tempo) e que é tão especial pra você. Foi bem legal ver Buenos Aires com um novo olhar.

O primeiro ponto que foi super diferente, foi ficar hospedada na casa de alguém e não num hotel. E diga-se de passagem, muito bem hospedados e acolhidos. :) A Martina, amiga que fiz durante o curso da Brother, nos recebeu divinamente em seu ap lindíssimo. Me senti, durante uma semana, numa casa de Pinterest. Uma verdadeira Casa Chaucha.

E, gente, eu não tô falando de casa de revista de decoração, tampouco de Casa Cor, eu tô falando de casa que foi decorada daquele jeitinho especial, do fundo do coração. Onde muitas coisas foram feitas pela própria Martina e contam um pouco da história da vida dela e das viagens que fez. Pra mim, isso sim é lar. :)

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A Martina é argentina, publicitária e mora em um dos bairros mais lindos de Buenos Aires – o Botânico. Fica pertinho do Zoológico e dos Bosques de Palermo. Com ruas lindas e super arborizadas, esse bairro conta com várias e várias lojas lindas de design e restaurantes maravilhosos.

O apartamento é um duplex de dois quartos, super bem dividido e decorado em cada detalhe. Sem contar no cheirinho maravilhoso de baunilha. <3 Nas fotos, você pode ver a presença de muitas plantas (principalmente na varanda) e objetos que foram feitos por ela. Como o abajour amarelo floral, que foi feito com um vidro grande de azeitonas e montado em casa. Quando estávamos voltando, ela estava montando o novo home office, com mesa, painel e pisos montados por ela com a ajuda do irmão mais novo.

O que é super legal também, são alguns móveis que foram garimpados no Mercado de Pulgas (post em breve), feiras de antiguidades ou brechós.

Sem mais, conheçam a seguir esse ap tão fofo que foi nossa “casinha” por alguns dias.

02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18Por fim, deixo aqui meu agradecimento à Martina por ter nos hospedado tão divinamente bem em sua casa. Foram ótimos dias, Martí. :)

Captura de Tela 2015-05-13 às 23.15.31

Quase lá. Empreendedorismo Criativo começa ainda este mês.

Quem acompanha o blog sabe que eu sou super incentivadora do “nunca parar de estudar”. Estou sempre falando de cursos e oportunidades legais pra quem está em busca de aprender e trocar experiências.

E antes de começar o tema “Buenos Aires” aqui no blog, preciso dizer que estou super empolgada porque daqui a alguns dias começa meu curso de Empreendedorismo Criativo na Perestroika Recife. Como alguns cursos da escola já começaram na minha cidade, já pude ouvir bastante sobre a repercussão positiva a respeito das aulas. O que me deixou ainda mais empolgada.

E se você ainda está na dúvida sobre o curso, se liga no recado do Jean, um dos donos da Perestroika e também, um dos professores desse curso:

Como o Jean fala rapidamente no vídeo, o EC é um curso para você se descobrir empreendedor. Quem já empreende verá ferramentas que podem ajudar a aperfeiçoar o seu atual modelo de negócios.

Quem quer empreender pode enxergar em que grau de maturidade está o seu negócio e ver os caminhos para que ele se transforme numa empresa de verdade. Mas não é preciso ter ou querer ter um negócio. O EC ajuda você a se transformar em um dos fatores de mudança no seu trabalho. Afinal, o mundo mudou e as estruturas das empresas estão indo pelo mesmo caminho.

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O curso conta com quatro professores: o Jean, que vocês já viram o vídeo lá em cima; o Felipe Anguinoni, o Felipe Verdana e o Murilo Gun.

Impossível não se empolgar também, né?

Para mais informações, entra no site da Perestroika Recife ou manda email para rafa@perestroika.com.br (a responsável pela escola aqui na cidade). Com certeza você vai curtir. :)